quinta-feira, 26 de maio de 2011
Vivendo o meu dia!
Hoje foi um bom dia. Eu sorri, fiquei meio preocupada, sem paciência, mas no fim do dia me deu uma sensação boa, um alivio, acho que foi o dia produtivo hoje.
Conversei, fiz alguém sorrir também. Está certo, também fiz alguém ficar com a cara séria, porém não posso mudar certas coisas. Fui tolerável quando deu, ajudei alguém, olhei com carinho e oferecendo conforto.
As vezes reclamamos de várias coisas, o dinheiro que nunca da para nada, a falta de educação de outro, bateu até um certo desespero, querendo que o dia passasse rápido, mas depois passou essa agonia. Me dei ao luxo de comer alguma coisa bem gostosa mas não tão saudável (rsrs hoje pode), sentei um pouco debaixo de uma árvore, fechei os olhos, fiquei sentindo o vento sem me preocupar se alguém estava olhando e pensando algo que não me interessa. Podem até dizer que isso é ridículo, mas sinceramente é uma coisas que não me importo, ser ridícula, correr pela rua, cantar alto no chuveiro, se lambuzar comendo besteira, rir alto, cometer gafes, não entender a piada, eu aprendi com o tempo me permitir ser assim. Não que não me controle e fique preocupada com o "achar" dos outros, porém não vivo em função disso.
Voltando ao inicio, hoje foi um bom dia. Percebi que nenhum dos meus sonhos mais futuristas ou surrealistas imaginei viver histórias tão fantásticas, tão intensas, perfeitas, melhor que muito filme por ai. Não que eu tenha levitado ou transformado alguma coisa magicamente, contudo me divirto, choro, fico irada, tudo isso com histórias reais, vividas no meu dia-a-dia. Sem esquecer das pessoas, familiares, amigos, amores, figuras que aparecem na fila do banco ou no ônibus, sempre são pessoas que pensei nem existir. Elas estão preenchendo essas fantásticas histórias.
Por mais que não seja tão religiosa, nesse momento agradeço a Deus, agradeço por ter noção da vida que tenho, cheia de aprendizado e valores. Por isso digo que hoje foi um bom dia.
E você, está vivendo o seu dia?
domingo, 22 de maio de 2011
Meu menino.
Ele é apenas um menino grande.
Ainda tem seus medos, suas inseguranças, percebo a vontade que ele tem de ir, mas também vejo seu temor diante das responsabilidades.
Ele é só um menino, que ainda precisa de uma abraço, de um aconchego.Vejo no seu olhar tantas coisas, os seus sonhos, as suas alegrias...e por falar em alegria, vi que seu sorriso não muda, é solto, espalhado é um sorriso sapeca e cheio de malícia.
E penso como é confortavél encarar seu rosto, como é bom fita-lo sem pressa, sentir seu cheiro, e tocar sua face. E quando ele está ali, diante de mim com meus braços ao seu redor sei que é meu menino, seguro e feliz.
Suas frases de adulto não me convencem que ele já é certo de tudo.Sei que a vida exige muito dele, de todos nós na verdade, mas sei que nesse momento, quando só existe eu e ele, ele é um menino.Ele mostra que já aprendeu, segura minha mão com força, mostra que está comigo que também quer me proteger.
Esse é um dos motivos que me fazem amar esse homem, pois sei que também é menino. Por fim amo meu menino!
Ainda tem seus medos, suas inseguranças, percebo a vontade que ele tem de ir, mas também vejo seu temor diante das responsabilidades.
Ele é só um menino, que ainda precisa de uma abraço, de um aconchego.Vejo no seu olhar tantas coisas, os seus sonhos, as suas alegrias...e por falar em alegria, vi que seu sorriso não muda, é solto, espalhado é um sorriso sapeca e cheio de malícia.
E penso como é confortavél encarar seu rosto, como é bom fita-lo sem pressa, sentir seu cheiro, e tocar sua face. E quando ele está ali, diante de mim com meus braços ao seu redor sei que é meu menino, seguro e feliz.
Suas frases de adulto não me convencem que ele já é certo de tudo.Sei que a vida exige muito dele, de todos nós na verdade, mas sei que nesse momento, quando só existe eu e ele, ele é um menino.Ele mostra que já aprendeu, segura minha mão com força, mostra que está comigo que também quer me proteger.
Esse é um dos motivos que me fazem amar esse homem, pois sei que também é menino. Por fim amo meu menino!
terça-feira, 10 de maio de 2011
Eu sou a paz, eu sou a guerra!
A guerra a paz, palavras ditas fortemente pelo mundo todo!
Nesses últimos tempos parece ser comum ser ativista de um desses lados, ou você faz guerra ou você faz paz.
Inimigo de um inimigo de todos, defensor de um defensor de todos!
Até parece fácil defender ou oprimir, é fácil gravar um vídeo, postar no youtube e pronto, você é diferente de todos. Você é inimigo número um do mundo.
Pode acontecer o contrario, sim pode acontecer, você pode estar no momento certo, no local exato e salvar alguém, agora você é o herói.
Falo isso porque vendo tanta coisa ruim e tanta coisa boa, percebo que esta num lado mau ou no lado do bem é mais fácil do que imaginamos.
Eu agora sou mais uma, mas amanhã posso ser terror ou a santa!
Não é um texto de rebeldia, nem de desabafo social extremo, mas sim um pensamento, de que a guerra ou a paz, quem faz somos nós. Depende de mim ou de você. Não há regra, nem uma religião que faz a receita do mundo perfeito, mas quem faz o mundo é o ser humano.
Me dá certo incômodo quando alguém fala de algo se distanciando, por exemplo: Siclano diz- Aqui no Brasil só é desse jeito porque ninguém se importa com a educação...ou O Brasil não vai mudar, sempre vai ser assim, só liga para patriotismo na época da Copa!...E por aí vai.
Percebe que falam como se não fizessem parte da sociedade, eu me pergunto se ele faz algo diferente. Se quando vota pensa nisso, se quando faz uma viagem pra fora elogia seu país, mesmo sendo que ainda há muita coisa para melhorar, mas sabe que ele pode ser responsável por essa mudança, que não custa nada de vez em quando ser cidadão!
Volto a afirmar, que a paz e a guerra está em mim, está na minha família, que dependendo do que eu defendo no dia a dia, depende da minha atitude como humana, como pessoa.
Confesso que é muito mais fácil ficar sentada vendo tudo acontecer, ligar a Tv e saber que um Bin Laden da vida foi morto, que prenderam um politico ladrão, que João, salvou um velhinha, que catador encontrou uma criança abandonada e salvo-a. Ahh... com toda certeza é fácil né...Uma história de cinema com roteiros espetaculares na sua frente todos os dias.
Mas caro leitor, pergunte-se até aonde é fácil,ficar trancado na sua casa, mudar toda sua rotina por causa do medo, deixar de viver livremente, saber que se você precisar não vai ter leito no hospital, que os professores estão desanimados em dar aula, por N motivos, que você tem que deixar de dirigir porque não tem dinheiro para combustível, e por aí vai.
Fiquei com uma frase de um professor na cabeça, ele perguntou: Quanto você custa? Qual seu valor?Pois hoje em dia você vale aquilo que recebe pelo seu trabalho, e estudando, vejo como tudo é um efeito cascata, que um dia imaginou que o mundo estivesse assim...
Não reclamo plenamente da atual situação do planeta no qual habito, pois ainda vejo esperança, solidariedade, as vezes disfarçada, mas vejo um querer, uma vontade de sair do seu sofá é questionar, lutar pelos seus ideais e sonhos, ainda vejo pessoas vendo que nem tudo que parece é, que existe gente que domina, e gente que é dominada.
Por fim fica o pensamento de reflexão, pensar andando nunca é ruim, descobri que não é preciso parar para pensar, e nem ter esse tempo enorme de incubação, a evolução é natural.
Nesses últimos tempos parece ser comum ser ativista de um desses lados, ou você faz guerra ou você faz paz.
Inimigo de um inimigo de todos, defensor de um defensor de todos!
Até parece fácil defender ou oprimir, é fácil gravar um vídeo, postar no youtube e pronto, você é diferente de todos. Você é inimigo número um do mundo.
Pode acontecer o contrario, sim pode acontecer, você pode estar no momento certo, no local exato e salvar alguém, agora você é o herói.
Falo isso porque vendo tanta coisa ruim e tanta coisa boa, percebo que esta num lado mau ou no lado do bem é mais fácil do que imaginamos.
Eu agora sou mais uma, mas amanhã posso ser terror ou a santa!
Não é um texto de rebeldia, nem de desabafo social extremo, mas sim um pensamento, de que a guerra ou a paz, quem faz somos nós. Depende de mim ou de você. Não há regra, nem uma religião que faz a receita do mundo perfeito, mas quem faz o mundo é o ser humano.
Me dá certo incômodo quando alguém fala de algo se distanciando, por exemplo: Siclano diz- Aqui no Brasil só é desse jeito porque ninguém se importa com a educação...ou O Brasil não vai mudar, sempre vai ser assim, só liga para patriotismo na época da Copa!...E por aí vai.
Percebe que falam como se não fizessem parte da sociedade, eu me pergunto se ele faz algo diferente. Se quando vota pensa nisso, se quando faz uma viagem pra fora elogia seu país, mesmo sendo que ainda há muita coisa para melhorar, mas sabe que ele pode ser responsável por essa mudança, que não custa nada de vez em quando ser cidadão!
Volto a afirmar, que a paz e a guerra está em mim, está na minha família, que dependendo do que eu defendo no dia a dia, depende da minha atitude como humana, como pessoa.
Confesso que é muito mais fácil ficar sentada vendo tudo acontecer, ligar a Tv e saber que um Bin Laden da vida foi morto, que prenderam um politico ladrão, que João, salvou um velhinha, que catador encontrou uma criança abandonada e salvo-a. Ahh... com toda certeza é fácil né...Uma história de cinema com roteiros espetaculares na sua frente todos os dias.
Mas caro leitor, pergunte-se até aonde é fácil,ficar trancado na sua casa, mudar toda sua rotina por causa do medo, deixar de viver livremente, saber que se você precisar não vai ter leito no hospital, que os professores estão desanimados em dar aula, por N motivos, que você tem que deixar de dirigir porque não tem dinheiro para combustível, e por aí vai.
Fiquei com uma frase de um professor na cabeça, ele perguntou: Quanto você custa? Qual seu valor?Pois hoje em dia você vale aquilo que recebe pelo seu trabalho, e estudando, vejo como tudo é um efeito cascata, que um dia imaginou que o mundo estivesse assim...
Não reclamo plenamente da atual situação do planeta no qual habito, pois ainda vejo esperança, solidariedade, as vezes disfarçada, mas vejo um querer, uma vontade de sair do seu sofá é questionar, lutar pelos seus ideais e sonhos, ainda vejo pessoas vendo que nem tudo que parece é, que existe gente que domina, e gente que é dominada.
Por fim fica o pensamento de reflexão, pensar andando nunca é ruim, descobri que não é preciso parar para pensar, e nem ter esse tempo enorme de incubação, a evolução é natural.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Aqui e ali.
Ora , por que fazes isso comigo?
Quem te deu o direito de chegar e levar todas as certezas que eu tenho?
Perguntas e mais perguntas, me sinto feito a Alice, aquela do país das maravilhas, confusa e perdida no próprio mundo, fazendo perguntas e mais perguntas e tendo como resposta a frase da lagarta: “ Oh menina tola, porque perguntas tão tolas?”
Entro nesse mundo carregando todas as lembranças, uma bagagem com um adesivo amarelo bem grade, lá esta escrito 'vida'. Percebo que algumas coisas acabam caindo e ficam lá pelo caminho, o estranho ou engraçado é que às vezes essas coisas que caíram no caminho aparecem novamente lá na frente, são como surpresas, as vezes nem um pouco agradável.
E como é complicado, como é confuso. Em momentos corro com tanta pressa que nem sinto o peso dessa bagagem, em outros momentos estou lenta, quase sem coragem de dar um novo passo e a bagagem pesa, cansa, em alguns instantes o desespero vem., querendo tomar conta da situação, ele diz: “Fica aí, você não vai conseguir, nem adianta tentar”. Sorte quando isso acontece vem uns seres pequeninos e cheios de cores, seus nomes...fé, esperança., coragem...e por aí vai.
Vou e volto, tento conciliar entre a cidade sonho e a outra, chamada realidade, idas e vindas. É quando eu desejo e quando eu faço, já tentei algumas vezes ficar só em uma delas, mas nã dá. Se por acaso souberes como ficar só em uma me dê esse Visto, pois para mim ainda é muito distante
sexta-feira, 29 de abril de 2011
E quando tudo muda? (love...)
Eu comecei a amar naquele momento, comecei a querê-lo naquele instante. Os ponteiros simplesmente se mexeram e tudo mudou.
É, eu descobri que o coração bate forte mesmo, a garganta seca e os olhos se dilatam, para ser sincera nem prestei atenção na hora, tudo ficou confuso, até as palavras não vinham à mente.
Ele sorriu, sim ele sorriu, nem sei se foi para mim, mas o importante é que ele sorriu e me fitou. Menina boba e apaixonada me tornei naquele momento. Mas me contive, não queria logo de cara dizer que as coisas estavam mudando. Lembro de tudo, e o que não lembro recrio na mente, seria uma falha minha daqui a vinte anos não lembrar desse dia, quando estivermos recordando o início de namoro. Eu sei que é precipitado, mas já imagino tudo daqui a vinte anos, o que posso fazer...estou apaixonada.
Mas eu estou descobrindo agora também doí o amor, o medo me atormenta, esse medo de perde-lo a qualquer momento, mesmo que ele diga que sempre vai estar ao meu lado. Medo de amanhã ele se vá, que amanhã “NÓS” não seja mais importante. Então ele me abraça ou manda um recado e esse medo foge.
Poderia ficar escrevendo sobre cada detalhes dele, cada mania, seu jeito de falar, as brincadeiras e até os defeitos que tenho que tolerar, poderia recitar algumas músicas e poemas que lembram nosso sentimento a nossa história. Faria isso só para mante-lo mais e mais no pensamento, mas no fundo eu sei que não preciso, no fundo eu sei que não adianta disfarçar, ele já está em mim, na minha vida. Fazer o quê...? Desde daquele momento tudo mudou.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
São aqueles detalhes.
![]() |
| foto de @natty_france |
São pequenas coisas que me identificam
São os detalhes que me fazem ser completa.
É um começo de dia, no trânsito vendo os primeiros raios de sol.
É um fim de dia, fadigado, com o corpo cansado.
Pode ser a nova música que me anima, ou aquela velha canção que me remete ao passado.
É o sorriso cordial a um desconhecido.
É um abraço para um amigo, pode até ser o sabor do chocolate, aquele que fica por último na caixa.
É conversas maliciosas com as velhas amigas, o revelar pouco a pouco.
É o olhar bravo diante do desencontro que a vida insiste em colocar.
É a felicidade de poder estar com a família no domingo a noite.
É o meu ego bajulado com um elogio.
É aquela mensagem no celular de quem você menos espera.
São lembranças tolas e planejamentos simples e quase impossíveis.
O detalhe que eu busco aqui e ali é a sorte de saber abrir os olhos no momento certo.
Podia citar todos os detalhes que fazem a minha vida, mas são tantos.
Orgulho-me de poder desfrutar de cada um deles, e não canso de observar-los, isso me dá mais estimulo para viver.
Eu sei que passam as voltas e eu continuo falando e pensando no viver, mas para mim é fascinante observar e viver parece que acho mais graça, mais cor, mais sabor. Não que não sofra, ou não tenha, às vezes, vontade de jogar tudo para o alto, ficar sem paciência para resolver as peripécias que a vida faz. Porém com o tempo eu estou aprendendo a admirá-la e respeitá-la, simplesmente isso. Não complicar os sentimentos, entender que nem sempre é possível equilibrar tudo, as vezes a razão ganha da emoção e outras a emoção ganha da razão. É a cobrança que complica um pouco, viventes (não sei se existe esse termo) então, quem vive, insiste em cobrar, cobrar e cobrar, cobrar dos outros e de si mesmo, temos que entender que a vida não é um mero trabalho, uma labuta, que sempre tem que ter o resultado, uma eficiência, mas sim um percurso, cheio desses maravilhosos detalhes.
sábado, 2 de abril de 2011
Deixar tudo para trás, será?
Se hoje eu tivesse a oportunidade de abandonar tudo, será que iria deixar tudo??
Se hoje fosse colocada a chance de esquecer tudo que vivi até hoje, dores, amizades, amores, desesperos, alegrias, pessoas... Eu ia conseguir me desprender?
Reclamamos todos os dias de muitas coisas, e se formos colocar numa balança, muita coisa mesmo. Passamos dias e sem querer anos sem perceber o que realmente nos faz feliz. Desejamos diariamente, imaginamos, idealizamos, sonhamos com o futuro. Esse futuro, futuro tão aclamado!Tantas vezes fiz e refiz a minha história, quantos lugares fui e voltei, quantas pessoas conheci e desconheci quantos momentos eu quis viver e quando percebi, já tinha vivido mais do que imaginei, e vivi até melhores momentos que minha aguçada imaginação não conseguiu criar. E eu tola não acreditava que aquele presente era a minha vida e o passado que teria saudade e nostalgia.
É quase normal falar que o futuro será melhor, ou seja, será que o presente nunca está bem?
Pode ser radical pensar dessa forma, mas depois de tanto ouvir que o futuro será sempre melhor fico pensando se realmente agora, hoje, está ruim.
Nessas horas penso numa frase que Albert Einstein falou “O presente não existe, ele é tão rápido que não cabe no espaço que o passado deixa para o futuro” essa citação está resumida. Mas o sentido que eu quero mostrar, é que viver o presente pode ser tão mais complicado do que imaginamos, essas reclamações diárias acabam ficando mínimas diante da complexidade que há nessa determinação do tempo.
São poucos os momentos que paramos e pensamos no que está acontecendo no momento por si só, essa necessidade que certos poemas citam de que se fosse possível o instante seria congelado, que o segundo tornar-se-ia horas, aquela sensação que os amantes têm quando estão com seu amado (e que sensação boa é essa!).
Penso que esse desejo poderia ser ampliado, que a vida propõe várias oportunidades de apreciação. Como o vento no rosto ou o sabor de algo que você come raramente, o olhar de quem você ama a gargalhada do amigo. È aquela velha frase que as pessoas falam que a gente só dá valor quando perde, isso poderia urgentemente ser modificado. Esse valor poderia ser mais efetivado entre as pessoas.
Por isso a indagação feita no início do texto, será que deixaria esses presentes que com o tempo fizeram meu passado ir embora, assim, como se eu não tivesse idealizado?
Isso seria uma injustiça com a vida, com os laços feitos, desfeitos e refeitos que a vida faz, seria como ler um ótimo livro e dizer que dele nada se pode tirar. Com o tempo agente aprende a viver sem muita pressa, pelo menos espero isso, é a tal da paciência que sempre falta e a ansiedade que veda nossos olhos e o medo de não viver.
Por isso antes de desejar que tudo seja jogado para o alto, que nada que passou importa é melhor pensar duas ou três vezes, não vamos desperdiçar o que já foi vivido, de uma forma ou de outra é dela que somos compostos, é o que corre na nossa alma. Vida.
Assinar:
Postagens (Atom)



