É normal escutarmos por aí que temos que nos destacar no que fazemos.
Hoje parei pra pensar exatamente o inverso disso.
Não ser o diferente, não ser o destaque. Mas porque pensar dessa forma?
Simplesmente pra remar contra a maré, pra ser o "diferentão".
Bem, é que se formos analisarmos, nem sempre precisamos deste destaque (veja bem, NEM SEMPRE).
Vou explicar a minha linha de raciocínio. As vezes a busca pelo diferente, o destaque, chamar a atenção por algo, fica maior que o seu trabalho, o seu desempenho, a sua matriz, o seu eu!
Sabe aquela coisa de tentar ser diferente e acabar sendo igual a todos!? Pois é, isso que eu parei pra pensar. Que essa buscar por fazer o tal do destaque te deixe só mais um.
Talvez o importante mesmo é fazer o relevante para você, algo que te faça bem e feliz, no trabalho ou na sua vida pessoal, sem se cobrar o tempo todo, ai o tal do destaque vem naturalmente, pois você foi a sua matriz. Como vi num vídeo a um tempo atrás, que falava sobre inteligência. Essa inteligência que conhecemos medida por QI, não revela (mostra) a "verdadeira" inteligência, pois hoje em dia há estudos que comprovam que existem vários tipos de inteligência como: motora, musical, lógica etc..
E com isso acabamos exigindo só um tipo de inteligência, e acabamos fracassando nisso.
Então o que eu estou tentando falar é que nem sempre vale a pena essa busca por se destacar entre os demais, porém vale mais a pena, ser o seu destaque, atingir a sua meta íntima, assim fica mais fácil não se perder, não deixar se levar pela meta que os outros estabelecem por você.

