sexta-feira, 29 de julho de 2016

Ser relevante?


Sempre ouvimos as pessoas falarem sobre destaque, sobre ser diferente.
É normal escutarmos por aí que temos que nos destacar no que fazemos.
Hoje parei pra pensar exatamente o inverso disso.
Não ser o diferente, não ser o destaque. Mas porque pensar dessa forma?
Simplesmente pra remar contra a maré, pra ser o "diferentão".
Bem, é que se formos analisarmos, nem sempre precisamos deste destaque (veja bem, NEM SEMPRE).
Vou explicar a minha linha de raciocínio. As vezes a busca pelo diferente, o destaque, chamar a atenção por algo, fica maior que o seu trabalho, o seu desempenho, a sua matriz, o seu eu!  
Sabe aquela coisa de tentar ser diferente e acabar sendo igual a todos!? Pois é, isso que eu parei pra pensar. Que essa buscar por fazer o tal do destaque te deixe só mais um.
Talvez o importante mesmo é fazer o relevante para você, algo que te faça bem e feliz, no trabalho ou na sua vida pessoal, sem se cobrar o tempo todo, ai o tal do destaque vem naturalmente, pois você foi a sua matriz. Como vi num vídeo a um tempo atrás, que falava sobre inteligência. Essa inteligência que conhecemos medida por QI, não revela (mostra) a "verdadeira" inteligência, pois hoje em dia há estudos que comprovam que existem vários tipos de inteligência como: motora, musical, lógica etc..
E com isso acabamos exigindo só um tipo de inteligência, e acabamos fracassando nisso.
Então o que eu estou tentando falar é que nem sempre vale a pena essa busca por se destacar entre os demais, porém vale mais a pena, ser o seu destaque, atingir a sua meta íntima, assim fica mais fácil não se perder, não deixar se levar pela meta que os outros estabelecem por você. 

sábado, 16 de julho de 2016

Eu voltei...


Depois de alguns anos eis eu aqui!
Já faz algumas semanas que eu senti essa vontade de escrever aqui de novo.
Nessa pausa aconteceu muita coisa, deixei de ser aquela estudante sonhadora, pra ser uma mãe sonhadora rsrs. Muita coisa mudou, não só externamente, como internamente.
Parei de escrever por falta de assunto, vamos dizer que o que me fazia escrever era a minha instabilidade emocional(principalmente amorosa), então depois que eu conheci alguém que me deu essa estabilidade eu não tinha mais essa inspiração toda que eu tinha antes.Não ia ficar fazendo textos apaixonados, essa nunca foi a intenção desse blog, depois que virei mãe até pensei em escrever sobre a maternidade, mas ai já tem muito isso pela internet...e não é essa a intensão desse blog também.
Depois de muito pensar, vi que realmente queria voltar a escrever, saudade de tirar o que ta na mente.
Sou muito crítica comigo mesma, então as vezes é complicado reler e não achar defeitos, também fico pensando que nessa onda de vlogs, se alguém ainda para pra ler um "textão".
Vou tentar manter o blog ativo e espero que quem esteja lendo goste das novas postagens.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Arroz e feijão?





Pra que arroz e feijão todo dia?
O costume e a rotina nos leva a fazer as mesmas coisas, seguir os mesmos caminhos
O medo de mudar e errar é visível.
Com o tempo tudo fica mais complicado é a tal da responsabilidade.
Com as conquistas o ego fica aprumado
Mas aí vem aquela palavra “decepção”
Medo de decepcionar, de fazer aquilo que não estava previsto
Angustia de já está seguindo um roteiro, quando derrepente o que realmente você quer é mudar o rumo das velas.
Muita calma e paciência
Segurança também é importante.
Ir pra outra cidade, mudar seu estado civil, mudar de emprego, mudar de casa, mudar de estilo, mudar...tudo é assim, mudança...
As pessoas esperam de mais de você, inclusive a de você permanecer igual, hoje em dia cobrar é a coisa mais fácil do mundo, reclamar então...nem se fale.
Mas a questão é: Arroz e feijão? Ou fazer um espaguete?
O ser humano por natureza tem o instinto de evolução, por natureza é capaz de aprender e se adaptar a qualquer situação. É natural, mas não estou falando que é simples, é natural e pra isso precisa de tempo, de escolha...mas volto a repetir, é natural.
A capacidade é trabalhada, a vontade de mudar e fazer um pouco melhor, um pouco fora da rotina é possível. Aí tem gente que fala: “Mas o arroz com feijão funciona, satisfaz né ?!”
A resposta pra isso é fácil. Satisfaz sim, funciona sim, mas é bem melhor surpreender, ter aquela sensação boa de algo mais gostoso, mas prazeroso e que te trás felicidade...
Então mudar o roteiro geralmente é bom.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Quais são os seus Valores?



Não faço questão de muita coisa nessa vida.
Tem sempre alguém tentando te dizer que tal coisa é essencial pra você
Que você não pode viver sem tal coisa e por aí vai.
E com o tempo de certa maneira você acaba agregando coisas e valores que nem sempre
São tão importantes, que nem sempre vão fazer diferença no final das contas.
Ok, aceitar e agregar novas coisas na sua vida pode até ser legal, você aprende.
Você muda, expande o seus horizontes, isso é bacana.
Mas quando os valores mudam totalmente, quando você começa a substituir o que realmente é essencial.
Leio vários artigos e textos sobre consumo, novas tendências, mudança de opinião, mudança no comportamento do ser humano e etc.
E o que realmente você quer? Somos impostos a gostar e consumir no fim, somos ensinados a ter ganância na vida, querer o melhor e agora quanto mais personalizado e exclusivo melhor você é.
É um caminho estreito isso, achar o equilíbrio não é fácil, novos produtos, novas funções, pessoas, marcas, contas na internet, novas formas de relacionamento, tudo um pouco efêmero demais.
Futilidade até.
Não é rebeldia falar sobre isso dessa forma, nem remar contra a maré, mas olhar um pouco mais friamente sobre algo que se torna rotineiro. Dizer um "bom dia" frio, uma sms para resolver algo que seria muito melhor pessoalmente, uma conversa no facebook que poderia ser substituída por um bate-papo descontraído no fim da tarde num cafeteria.
Assim as relações se tornam singelas demais, menos profundas, relações que se por acaso você ficar uma semana sem falar com a pessoa, quando a rever já é um completo estranho para você. 
Conforme você observa isso, você entende realmente que sua vida não está a mesma, que seus valores mudaram, sua rotina, suas relações, você presta atenção que o tempo é visto de forma diferente, que ele sempre é inimigo, que parar um pouco é perda de tempo.
Refletir sobre isso é importante, aprender a fixar suas raízes num lugar só, aprender a lidar com as mudanças mas não esquecer o que basta para você  ser feliz.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

As coisas boas da vida




Se você fosse fazer uma lista de tudo que você gosta, se você fosse escalar as prioridades dos seus prazeres, o que estaria em primeiro lugar?
Falamos em curti a vida, aproveitar a vida, que a vida é curta, que só tem uma e coisa talz.
Mas quais são os verdadeiros prazeres, o que realmente te faz feliz?
Se parar um pouco para pensar o que você gostaria de deixar em “slow motion”?
Todos os dias acontecem fatos que nos fazem refletir se o amanhã não existir. Como eu vivi o meu último dia!?
Meio mórbido pensar  isso!!
Sempre penso, o que me faz feliz, no que realmente se baseia as alegrias, se realmente é aquilo ou  isso que me faz plena.O que me faz sorrir, gargalhar, sentir saudade, aquela saudade boa, gostosa de se sentir, sabe aquele momento que você lembra e sorrir, então, esse mesmo.
Cada um tem seu tempo, cada um tem seu momento, mas quanto mais cedo você descobrir suas raízes melhor você aproveita o que você é.
Não ter medo de se descobrir, não ter medo de se prender naquilo que é você, não ter medo de abandonar aquilo que você quis construir para os outros.
Sempre é bom aproveitar as coisas boas da vida. E quais são as suas?

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Entrega




São coisas que passam, são coisas que vão.
E vem assim me deixando arrepiada, é o tempo, é o vento.
É o toque da mão
Suspira leve, me afaga os cabelos e diz: Estou aqui.
É um beijo que me para
É um olhar que diz: Continua!
Eu quero todo o tempo, sem pressa de viver.
São a luzes de natal que eu vejo ofuscando enquanto contemplo o abraço
É o meu querer, a vontade de ser mais feliz.
São sorrisos, são momentos.
Quero a calma que me faz sentir eterna.
Mesmo que passe, eu saboreio, delicadamente.
O brilho nos olhos, o conforto após o choro,
Gargalhadas que se vão, entregas que me fazem ser eu!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Realmente, Eu quero!




Conheci um homem, que parecia ter poucas palavras a oferecer.
Conheci há pouco tempo, mas como aquelas velhas historias de romances, parece que temos anos de convivência.
Esse homem não tem vergonha de querer se prender, não tem medo de se entregar.
Sim, buscava um alguém que o fizesse parar, parar e observar, olhar sem pensar no tempo, apenas olhar, admirar.
Seus olhos brilham e se encantam com cada gesto que ele descobre, ali, diante dos seus olhos.
Conheci debaixo de uma chuva, fina, que fazia a cidade ter um tom mais nostálgico, eu sempre sei o que falar quando conheço uma pessoa, mas nesse dia não fiz questão de saber o que falar. O jovem homem falava sem medo de ser precipitado, sem medo de parecer um menino que acabará de realizar um sonho, acabará de encontrar algo que o fascinava.
Sim, ele baixa o rosto e escuta, parece que saboreia cada palavra, quem diria eu, fiquei ali, observando  E o que ele quer? Sem mistérios ele fala, o que quer como quer, tem suas certezas, tem seu foco.
E eu curiosa, quero continuar conhecendo esse homem, que aos poucos conquista, é um sorriso desprendido, é um afago na hora certa. Sei o risco que tenho de me prender tanto como ele quer se prender. Sei que posso ficar dias e meses ouvindo os seus desejos, seus planos... E o risco que tenho? É o simples desejo de ser sim, esse desejo, esse plano, esse sonho! Pois usando as palavras desse homem... Realmente, Eu quero!