segunda-feira, 18 de junho de 2012

Solto, leve...


Solto, leve... Assim desprendido
Calmo, atento, segue ele.
Andando, sem pressa.
Aguardando sua amada.
Onde estará ela?
Na próxima esquina, na lanchonete.
E como estarão seus cabelos.
Ele, sozinho anda, numa pequena rua.
Sorrir sozinho imaginado os abraços e os beijos
Ele escreverá poemas, como um menino.
Inocente ele deseja ser amado
O amor o faz ser assim
Leve, calmo, solto.
Quem disse que ninguém o ama?
Quem diz que ele não é feliz?
É o calor do sol que o faz lembrar-se dela
São as flores que insistem em copiar o cheiro dela.
Ele já a ama, sua menina.
O olhar doce que o faz sonhar
Ele aguarda ansioso ouvi-la, sua voz, uma melodia suave que o acalenta.
Romântico, ele se permitiu ser.
E percebeu que sempre vale a pena, ser for para ser feliz.
Vale a pena ser bobo, vale a pena tentar.
E ser acabar amanhã?
Ora, sem perguntas de insegurança!
Para que? Por quê?
Leve, calmo, solto
Vá em frente e a ame-a
Somente isso.